Ressonâncias

O amigo leitor Alexandre Colnaghi manifesta apreço pelo livro “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis” e muito me alegra com seus comentários que indicam uma leitura atenta e qualificada. Alexandre, muito obrigado! A satisfação é mútua, é muito bom ter este contato com o leitor. Um grande abraço!

“Bom dia, Elenilto. Tomo a liberdade de comentar alguns tópicos do teu livro, dentre vários que apresentaste. A primeira parte, sobre as formas de linguagem, como foi importante eu entrar em contato com esse conhecimento. Para alguém que escreve é primordial. Sublinhei um parágrafo muito explicativo do livro.

Que aprendizado para mim, que inicio, e para quem quer avançar também.

Essa parte realmente esclarece a posterior, como as crônicas do Machado se relacionam com o texto bíblico. A Bíblia cria uma nova linguagem, que é da revelação, não é mesmo? É o que depreendi da leitura. A união dessas formas de linguagem sincronizadas, que leva à interpretação não literal, mas de algo transcendente. As crônicas de Machado, então, relacionam o cotidiano e a Bíblia com a maestria do autor, nas suas figuras de linguagem características: ironia, metáfora… Estou dialogando contigo, o autor, para ver se captei a mensagem, ou parte dela, sobre tanto conhecimento. Obrigado pela atenção, amigo! É muito bom poder ter este contato com o autor”.

11 / 08 / 2022

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Mauro Morais, em sua reportagem “Eles continuam sendo”, apresenta referências ao meu artigo “A representação da cidade no romance Eles eram muitos cavalos“, ao analisar a representação da cidade na obra como fotografia de um urbano caótico e da precariedade do hoje.

“A mesma cidade que existe para o homem de Rolex de ouro, existe para pai e filho que substituem o ônibus pelos pés para economizar a passagem. A São Paulo de contrastes, de trânsito confuso, de neon e de placas escritas à mão, é a protagonista da obra. ‘São Paulo apresenta-se como um mistério a ser desvendado’, aponta o pesquisador Elenilto Saldanha Damasceno em artigo para a revista Nau literária, da UFRGS”.

“Ao longo de seu processo de criação, Ruffato afirma ter coletado pelas ruas objetos como livros, eletrodomésticos, calendários e folhetos, muitos folhetos. Recolhia, assim, provas de uma vida precária, de vestígios de vidas, de restos de histórias. ‘Na cidade moderna, a falta de sentido da vida revela-se a partir da consciência sobre a precariedade de cada vida’, pontua o pesquisador Elenilto Saldanha Damasceno”.

MORAIS, Mauro. Eles continuam sendo. Tribuna de Minas, Juiz de Fora, 18 jun. 2016.

Disponível em: https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/18-06-2016/eles-continuam-sendo.html

Acesso em: 11 / 07 / 2022.

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A amiga escritora Maria Conceição Padilha manifesta sua alegria pelo nosso encontro na Feira do Livro de Esteio e sua expectativa em relação à leitura do livro “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”, adquirido na apresentação da obra no evento literário. Muito obrigado, Maria Conceição! Foi um prazer te conhecer também!

11 / 06 / 2022

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Aldenira da Costa Souza e Daniela de Oliveira Correia, em sua monografia acadêmica “São Paulo: da metrópole fragmentada à sombra da grande exclusão”, apresentam referências ao meu artigo “A representação da cidade no romance Eles eram muitos cavalos”, ao analisarem a representação da metrópole individualizada e fragmentada e os indivíduos anônimos da cidade paulista.

“Assim, aos poucos os fragmentos de Eles eram muitos cavalos constroem a cidade espetáculo a partir de sua principal característica: a diversidade. Como podemos perceber no fragmento 45. Vista parcial da cidade, no qual temos uma parte dessa urbe impossível de ser representada em sua totalidade. Aqui como bem apontou Damasceno (2012, p. 17), o texto revela que a metrópole paulista ‘é esse lugar ilegível, não transparente, desconfortável e sem paz, o lugar estabelecido de estruturação de opacidades, de comunicações difíceis e distorcido, de solidão, de dissolução, de indiferença e de invisibilidade’ ” (SOUZA e CORREIA, 2015, p. 11).

“Em meio a esse caos urbano surge no texto uma indagação: São Paulo é o lá fora? é o aqui dentro? (ibidem, p. 82). A resposta para essa questão é uma incógnita devido à complexidade desse modelo de civilização ocidental criada pelo capitalismo moderno. Na verdade, o que sabemos realmente é o que encontramos nessa metrópole massificadora: sujeitos em meio a pior das solidões, a invisibilidade junto aos outros, a indiferença e a insignificância na absoluta dissolução na massificação humana. Resta o cansaço, o mal-estar, a perda de sentido e de humanidade ao final do dia no corpo orgânico artificial e opressor. É nesse imaginário do espaço urbano como lugar de dissolução do sujeito e de toda a humanidade que nele possa existir que se materializam ‘personagens cindidos, com tons variados de estranhamento, em relação a si mesmos e à sociedade urbana em que vivem, onde circulam quase como estrangeiros, como exilados, alheios a seu próprio cotidiano’ (DAMASCENO, 2012, apud LIMA, 2000, p. 13)” (SOUZA e CORREIA, 2015, p. 12).

“Nesse sentido, Damasceno (2012, p. 03) afirma que a partir de um mosaico de cenas e situações cotidianas que envolvem variadas personagens, as quais constituem uma espécie de amostragem da diversidade humana que vive e sobrevive na grande metrópole. Misturados anonimamente à multidão, essas personagens agem e reagem aos influxos e tensões da agitada vida cotidiana moderna urbana, no ritmo pulsante de uma das maiores cidades do mundo. Como células desse complexo organismo que é a metrópole, movimentam-se incessantemente, imperceptíveis na totalidade do conjunto. Na gigantesca cidade-corpo, as personagens-pessoas tornam-se seres mínimos e insignificantes” (SOUZA e CORREIA, 2015, p. 11).

SOUZA, Aldenira da Costa; CORREIA, Daniela de Oliveira. São Paulo: da metrópole fragmentada à sombra da grande exclusão, 2015. (Monografia). Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, São Paulo, 2015.

Disponível em: https://fespsp.org.br/store/file_source/FESPSP/Documentos/Manuais/SOUZA_CORREIA_Sao%20Paulo.pdf

Acesso em 21 / 05 / 2022.

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Sílvia da Silva Nunes e Andreila de Souza e Souza, em seu artigo acadêmico “As experiências urbanas como recriação da cidade de São Paulo na obra Eles eram muitos cavalos, de Luiz Rufatto”, apresentam referências ao meu artigo “A representação da cidade no romance Eles eram muitos cavalos”, ao analisarem algumas narrativas na obra.

“O título Os ratos remete à situação de viver em meio a imundície, ‘catando’ comida, em que a ‘A vida humana é reduzida à esfera animal. Assim como esse grupo de seres humanos assemelha-se a um ajuntamento de animais repugnantes’ (DAMASCENO, 2012, p. 4), a condição de estar em um local degradante e procurar algo para sobreviver desumaniza o ser humano, o qual ganha características animais no sentido de ser levado somente pelo instinto de sobrevivência, numa cidade que em cada dia precisa manter-se vivo” (NUNES e SOUZA, 2022, p. 77).

“Aqui há a figura do religioso, que prega, tentando ‘salvar’ a vida de outros, mas que também possui suas próprias angústias e medos, de como irá falar daqueles que são ‘desiludidos’ e marginalizados, a fim de acentuar o medo, o vazio, que são permeados na subjetividade dos sujeitos, de evidenciar ‘a invisibilidade junto aos outros, a indiferença e a insignificância na absoluta dissolução na massificação humana’ (DAMASCENO, 2012, p. 12)” (NUNES e SOUZA, 2022, p. 79).

NUNES, Sílvia da Silva; SOUZA, Andreila de Souza e. As experiências urbanas como recriação da cidade de São Paulo na obra Eles eram muitos cavalos, de Luiz Rufatto. Revista Querubim, Niterói, n. 46, v. 1, p. 74 – 82, fev. 2022.

Disponível em: https://periodicos.uff.br/querubim/issue/view/2632/717

Acesso em 21 / 04 / 2022.

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O escritor Luiz Ruffato, um dos principais escritores brasileiros contemporâneos e autor de “Eles eram muitos cavalos”, divulgou, em sua página oficial no Facebook, o meu artigo, “A representação da cidade no romance Eles eram muitos cavalos“, publicado na revista eletrônica Nau Literária. É uma grande alegria saber que meu texto foi lido e recomendado por um de meus autores preferidos!

Acesso em 21 / 03 / 2022.

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O site Wikipédia: a enciclopédia livre, em seu artigo sobre o tema “Bíblia”, apresenta referência à minha dissertação de mestrado, “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”, ao analisar a fortuna crítica sobre a Bíblia.

“Segundo o jornalista David Plotz, da revista online Slate Magazine, a Bíblia tem muitas passagens ‘difíceis, repulsivas, confusas e entediantes’[39], enquanto especialistas em literatura discordam e abordam a beleza da literatura bíblica em artigos acadêmicos[91][92][93][94].”

92.  «Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis»

WIKIPÉDIA: A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Bíblia.

Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%ADblia

Acesso em 21 / 02 / 2022.

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O amigo leitor Vinícius Vargas comunica o recebimento de seu exemplar de “A vida aqui não é fácil” em Montreal, no Canadá.

“Bom dia. Se a vida aí tá difícil, imagina aqui com -21ºC”.

A vida lá não é fácil com essa temperatura de -21ºC em um inverno congelante, assim como a vida aqui não é fácil com temperaturas próximas de 40ºC neste verão escaldante (a vantagem é que lá não é preciso aguentar um Bolsonaro). Muito obrigado pelo interesse na leitura da coletânea e pelo apoio, Vinícius!

21 / 01 / 2022

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O amigo leitor José Celmar Roir da Silva, também querido colega e camarada, faz com que me sinta muito feliz e honrado com seu interesse e apoio na leitura e na divulgação de meu livro, “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”. Amigão, que honra fazer parte da tua importante e qualificada lista de leituras que se iniciam agora. Um grande abraço, Zé, com a expectativa do nosso reencontro!

26 / 12 / 2021

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A amiga leitora Lucrécia Raquel Fuhrmann manifesta alegria ao receber seu exemplar de “A vida aqui não é fácil” em Regina, no Canadá. Muito obrigado pelo constante apoio e pela divulgação da obra, querida amiga e colega Lucrécia!

26 / 11 / 2021

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O amigo escritor Gustavo Melo Czekster divulga a aquisição da coletânea “Contos reunidos”, na Feira do Livro de Porto Alegre, e manifesta sua boa expectativa em relação à leitura dos textos de autoras e autores que despontam. Teu apoio é uma grande honra, Gustavo!

Gustavo Melo Czekster é autor da coletânea de contos “Não há amanhã”, com a qual venceu o Prêmio Açorianos 2017 (conto), o Prêmio AGES 2018 (narrativa curta e livro do ano) e o Prêmio Minuano 2018 (conto) e foi finalista do Prêmio Jabuti 2018 (conto). Em 2021, estreou como romancista com “A nota amarela”.

14 / 11 / 2021

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A amiga leitora Janete Oliveira Vargas, sempre generosa e querida, divulga a coletânea “Contos reunidos” e mais dois livros. Novamente, te agradeço muito, Janete! Teu apoio e gentileza são fundamentais para teus amigos escritores. Um grande abraço!

05 / 11 / 2021

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O amigo leitor Mário Irajá Silveira Fernandes manifesta alegria pelo recebimento de seu exemplar de “Contos reunidos”. Valeu, Mário! O prazer pela nossa amizade é e sempre será recíproco. Um grande abraço!

05 / 11 / 2021

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A amiga leitora Betina Vidal Damasceno manifesta alegria pelo recebimento dos exemplares das coletâneas “Prêmio Off Flip de Literatura 2021: conto” e “Contos reunidos”. São novas contribuições para ampliares tua biblioteca aí em São Paulo, filha. Te amo!

04 / 11 / 2021

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O amigo leitor Geovane de Azevedo Soares apresenta sua apreciação, muito boa e interessante, sobre o conto “Um nome para um homem só”. Valeu, amigo! O retorno sobre a recepção de um texto é sempre muito gratificante para quem o escreveu.

27 / 10 / 2021

DAMASCENO, Elenilto Saldanha. Um nome para um homem só. In SPALDING, Marcelo (Org.). Contos reunidos. Porto Alegre: Metamorfose, 2021.

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Terezinha Marta de Paula Peres, em sua tese de doutorado em Literatura Comparada, “Crises do cotidiano em Machado de Assis e Luigi Pirandello: um estudo comparado”, apresenta referência ao meu artigo “Paródia das palavras de Jesus nas crônicas de Machado de Assis”, ao analisar o elemento humorístico em Machado de Assis.

“Trabalhos como o de Aurora Gedra Ruiz Alvarez, O século XIX sob o olhar de Machado de Assis, e de Elenilto Saldanha Damasceno, Paródia das palavras de Jesus nas crônicas de Machado de Assis, nos mostram a forma peculiar com que Machado de Assis se apropria de passagens bíblicas e assim, de forma irônica, estabelece a distância entre o homem idealizado pelos evangelistas e o homem como protagonista de uma ruptura de século. A crítica anticlerical veemente ao comportamento dos sacerdotes católicos é um exemplo. Como mostra Elenilto Damasceno, leia-se o que dizem os evangelistas Mateus, Marcos e Lucas:

E disse-lhes: Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens (Mateus 4.19).

Disse-lhes Jesus: Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens (Marcos 1.17).

Então Jesus disse a Simão: Não temas: doravante serás pescador de homens (Lucas 5.10).

Leia-se o que diz Machado de Assis na crônica Carta ao sr. bispo do Rio de Janeiro:

Aqueles discípulos do filho de Deus, por promessa dele tornados pescadores de homens, deviam dar lugar a imitações severas e dignas; mas não é assim, Exmº Sr., não há aqui sacerdócio, há ofício rendoso, como tal considerado pelos que o exercem, e os que o exercem são o vício e a ignorância, feitas as pouquíssimas e honrosas exceções. Não serei exagerado se disser que o altar tornou-se balcão e o evangelho tabuleta (ASSIS, 1997, p. 976).

Observa-se no texto machadiano a reflexão em atividade, como se o autor exortasse a Igreja, de forma contundente, a repensar seu comportamento. Como escritor humorista ele desconstrói a ilusão que separa o homem da realidade, como se mostrasse aos sacerdotes: olhem o que vocês pregam, e olhem o que vocês vivem; de pescadores de homens a ‘pescadores de ofício rendoso, vício e ignorância’ (DAMASCENO, 2010, p. 6)” (PERES, 2015, p. 147 – 148).

PERES, Terezinha Marta de Paula. Crises do cotidiano em Machado de Assis e Luigi Pirandello: um estudo comparado, 2015. 166 p. (Tese de doutorado). Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.

Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/20752/1/TerezinhaMartaDePaulaPeres_TESE.pdf

Acesso em 09 / 10 / 2021.

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Os editores de Selo Off Flip, organizadores do Prêmio Off Flip de Literatura e da coletânea “Prêmio Off Flip de Literatura 2021: contos”, manifestam apreço pelo conto “Quando perdi a cabeça?”, um dos textos finalistas.

09 / 09 / 2021

DAMASCENO, Elenilto Saldanha. Quando perdi a cabeça? In YAMASHIRO, Olga; JÚNIOR, Ovídio Poli (Orgs.). Prêmio Off Flip de Literatura 2021: conto. Paraty: Selo Off Flip, 2021.

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A amiga leitora Lucrécia Raquel Fuhrmann, doutoranda em Educação na University of Regina, no Canadá, manifesta alegria ao encontrar a obra “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis” disponível para aquisição, em formato e-book, na Chapters Indigo, do Canadá. Muito obrigado pela menção e pelo reconhecimento, querida colega professora, amiga e irmã em Cristo!

“Oi, Elenilto! Olha só o que eu achei aqui.

https://www.chapters.indigo.ca/en-ca/books/textos-do-novo-testamento-nas/9786559568055-item.html

Essa é uma rede de livrarias aqui do Canadá. Vou fazer alusão a tua obra em um dos meus textos. Estou construindo um argumento sobre diálogo e voz, como Bakhtin, baseada em duas passagens bíblicas. Eu argumento que o texto é sagrado, mas é um texto com o qual Bakhtin dialogou e outros estudiosos também, como Elenilto Saldanha Damasceno. Obrigada pela inspiração”.

16 / 08 / 2021

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O amigo escritor e jornalista Solon José da Cunha Saldanha manifesta, também, seu interesse e apreço pelo estudo crítico literário “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”. Muito grato, Solon!

04 / 08 / 2021

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O amigo escritor e jornalista Solon José da Cunha Saldanha deixa-me honrado ao manifestar interesse e apreço pelo conto “Brincadeira de criança”, publicado originalmente na coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”, e ao acompanhar publicações em meu site. Muito obrigado, Solon!

30 / 07 / 2021

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A amiga leitora Betina Vidal Damasceno manifesta alegria pelo recebimento do livro “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”. Muito obrigado, filha, pela colaboração na divulgação do livro e por me valorizares na tua formação como escritora e leitora. Te amo!

22 / 07 / 2021

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O amigo leitor Yuri Kiefer Alves manifesta alegria pelo recebimento do livro “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”. Valeu, meu amigo Yuri!

21 / 07 / 2021

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A amiga leitora e psicóloga clínica e do esporte Betina Vidal Damasceno manifesta contentamento com o recebimento do livro “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”. Muito obrigado, filha, pela colaboração na divulgação e pelo carinho, e parabéns pela classificação da Miners GG, tua equipe, para a final da série A da Liga Brasileira de Free Fire 2021.

20 / 07 / 2021

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Weverton Castro e César Martins de Souza, em seu artigo acadêmico “Caminhos metodológicos de aproximação entre Bíblia e literatura a partir de Gérard Genette em obras machadianas”, apresentam referência ao meu artigo “Paródia das palavras de Jesus nas crônicas de Machado de Assis”, ao analisarem a literatura machadiana em diálogo com a Bíblia.

“Damasceno (2010) afirma que muitas obras de Machado de Assis trazem paródias das palavras de Jesus nos evangelhos, para construir críticas sociais às situações que vivenciava naquele momento, mas que permitem pensarmos sobre outros tempos, pois sua abordagem não perde a atualidade, devido ao fato de que mergulha em temas bíblicos para adentrar na complexidade da existência da humanidade e nos problemas que esta vivencia” (CASTRO e SOUZA, 2020, p. 180).

CASTRO, Weverton; SOUZA, César Martins de. Caminhos metodológicos de aproximação entre Bíblia e literatura a partir de Gérard Genette em obras machadianas. Estudos de Religião, São Paulo, v. 34, n. 3, p. 177 – 203, set. / dez. 2020.

Disponível em: Caminhos metodológicos de aproximação entre Bíblia e literatura a partir de Gérard Genette em obras machadianas | Castro | Estudos de Religião (metodista.br

Acesso em 11 / 07 / 2021.

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O amigo editor e escritor Marcelo Spalding Perez, organizador da coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”, manifesta alegria pelo sucesso da publicação. Valeu, amigo!

“Gente, queria agradecer muito a todos os autores, nossa coletânea foi um sucesso e já está circulando por todo o Brasil. Não temos muitos exemplares sobrando, mas é possível que façamos uma nova impressão para manter algum estoque. Então, se alguém ainda quiser exemplares, me avise. Os livros ficam à venda, ainda, pelo site; então, se alguém pedir, também podem indicar o link para o site da editora. Abraços”.

11 / 06 / 2021

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A amiga leitora Betina Vidal Damasceno manifesta alegria com o lançamento do livro “Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis”. Muito obrigado, filha, pela colaboração na divulgação e pelo carinho!

10 / 06 / 2021

DAMASCENO, Elenilto Saldanha. Textos do Novo Testamento nas crônicas de Machado de Assis. Belo Horizonte: Editora Dialética, 2021.

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A amiga leitora Janete Oliveira Vargas divulga a coletânea de contos “A vida aqui não é fácil” e mais dois livros. Muito obrigado, Janete, teu apoio e tua gentileza são fundamentais para todos nós, teus amigos escritores.

03 / 06 / 2021

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O amigo leitor Ênio Luís Bazzanella, que mais uma vez se mostra um apoiador na divulgação do trabalho de novos escritores, recebe seus exemplares de “A vida aqui não é fácil” e apresenta sua apreciação sobre a leitura do conto “Brincadeira de criança”. Valeu, amigo! O retorno sobre a recepção de um texto é sempre muito gratificante para quem o escreveu, e teu apoio, mais uma vez, foi e é muito importante!

30 / 05 / 2021

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O amigo leitor Charles Teilon Viegas Hagemann manifesta alegria pelo aguardado recebimento do exemplar da coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”. Valeu, meu camarada Charles!

27 / 05 / 2021

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A amiga leitora Janete Oliveira Vargas agradece pelo recebimento do exemplar da coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”. Eu te agradeço muito pelo apoio, amiga, pois foste a primeira pessoa a adquirir o livro já na sua pré-venda. Valeu!

26 / 05 / 2021

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A amiga leitora Cátia Regina Machado agradece pelo recebimento do exemplar de “A vida aqui não é fácil”. Valeu, amiga!

19 / 05 / 2021

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A amiga leitora Christie Helouise Engelmann de Oliveira manifesta alegria ao receber seu exemplar de “A vida aqui não é fácil” e comenta sobre o impacto da leitura e do efeito dos textos para reflexão sobre o cotidiano brasileiro. Valeu, amiga! O retorno sobre a recepção de um texto é sempre muito importante e gratificante para quem o escreveu.

10 / 05 / 2021

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A amiga leitora Fabiane da Rosa manifesta satisfação pela aquisição e pela leitura da coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”. Valeu, amiga!

02 / 05 / 2021

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O amigo leitor Douglas Elwanger Henz agradece pelo recebimento do exemplar de “A vida aqui não é fácil”, manifesta apreço pela leitura do conto “Brincadeira de criança” e contribui com comentário sobre o texto. Valeu, amigo!

“Recebi o teu livro. Muito obrigado! Cara, gostei muito do teu conto. Tu tá inaugurando um estilo novo para os teus textos, né? Parece Rubem Fonseca ou Nélson Rodrigues. Muito bom! Muito bom, cara, bem polêmico. Eu gostei, cara. Gostei muito mesmo”.

26 / 04 / 2021

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O amigo leitor Fábio Francisco Cabral Velloso manifesta satisfação ao receber seus exemplares de “A vida aqui não é fácil” e contribui com comentário sobre a obra. Valeu, amigo!

“Boa noite, mestre! Adquiri, com muito prazer, um exemplar do livro do qual participas como autor. Li, ‘num upa’, pois a maioria dos textos é muito interessante (destaco o teu, surpreendente; e o que dá nome à edição, digamos neonaturalista)”.

23 / 04 / 2021

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A amiga leitora Betina Vidal Damasceno manifesta alegria ao receber seus exemplares da coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”, em São Paulo. Eu te amo, filha!

21 / 04 / 2021

20 / 04 / 2021

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O amigo leitor Gilnei Niche Machado manifesta alegria ao receber seu exemplar da coletânea de contos “A vida aqui não é fácil”, lançada na semana passada. Valeu, amigo! A alegria também é minha!

19 / 04 / 2021

DAMASCENO, Elenilto Saldanha. Brincadeira de criança. In SPALDING, Marcelo (Org.). A vida aqui não é fácil. Porto Alegre: Metamorfose, 2021.

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