O gênero textual resenha

Resenhar é relacionar características de uma obra artística ou objeto cultural, destacar seus aspectos relevantes e descrever circunstâncias de sua produção. O resenhador procede seletivamente, de acordo com sua intenção discursiva, e filtra aspectos que julga mais importantes na obra analisada. A elaboração da resenha depende de sua finalidade, do público a que se destina,Continuar lendo “O gênero textual resenha”

Tragédia

A tragédia tem origem na Grécia Antiga, por volta de 600 a.C., em representações nos cultos ao deus Dioniso, nas quais homens mascarados e vestidos com peles de bode cantavam hinos à divindade mitológica considerada protetora da produção agrícola, da fertilidade e do vinho. Vem daí o termo “tragédia” (de tragos / bode e oideContinuar lendo “Tragédia”

Alice no País das Fake News

Na obra As aventuras de Alice no País das Maravilhas, do escritor inglês Lewis Carroll, há um capítulo intitulado Um chá muito louco, no qual Alice vai à casa da Lebre de Março e a encontra a tomar chá com o Chapeleiro e Arganaz, um rato silvestre. Nessa cena, o tempo está parado, indefinidamente, àsContinuar lendo “Alice no País das Fake News”

“Bora” pra Pasárgada

O pernambucano Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, um dos grandes poetas brasileiros, destacou-se pela sua imaginação criadora, caracterizada pelo crítico literário Domício Proença Filho como “capacidade de criar mundos imaginários e de acreditar na realidade dos mesmos”. Em um de seus principais poemas, Vou-me embora pra Pasárgada, Manuel Bandeira cria um reino imaginário aContinuar lendo ““Bora” pra Pasárgada”

O tamanho do poeta

A poesia de Manuel Bandeira, poeta modernista da primeira metade do século XX, tem a subjetividade como traço essencial. De acordo com o crítico literário Domício Proença Filho, é através da subjetividade que o escritor “traz à tona o seu mundo interior, com plena liberdade”. Assim, Bandeira fundamenta seu lirismo como expressão da subjetividade humanaContinuar lendo “O tamanho do poeta”

Entre versos e guerras

Na passagem do século XIX ao XX, despontaram, na Europa, movimentos de vanguarda artística e diversificadas estéticas em reação e adaptação às transformações e rupturas de valores que organizavam a sociedade. Avanços científicos e tecnológicos prenunciavam um futuro de evolução e emancipação, mas vivia-se época de exploração humana e ampliação de desigualdades sociais, condições queContinuar lendo “Entre versos e guerras”