Acreditei que era um elogio

Março de 1980. O guri de doze anos, que estudara até a quinta série no Rui Barbosa, no Bairro Vicentina, agora era aluno no Visconde. A turma 63 ocupava a única sala de aula do pavimento térreo do tradicional prédio localizado em plena Rua Grande e era formada pelos novos estudantes, egressos de escolas deContinuar lendo “Acreditei que era um elogio”

EmanciPAI-vos

Nunca a alheia vontade, inda que grata,Cumpras por própria. Manda no que fazes,Nem de ti mesmo servo.Ninguém te dá quem és. Nada te mude.Teu íntimo destino involuntárioCumpre alto. Sê teu filho. (Odes de Ricardo Reis, Fernando Pessoa) “Sê teu filho”, escreveu o grande poeta há quase noventa anos. Com apenas três simples palavras que compõemContinuar lendo “EmanciPAI-vos”

Comunicação com “extraterrestres”

Ainda há pessoas que possuem telefones fixos em suas residências e que preferem se comunicar através deles. Há pessoas que tentam não se prender tanto aos telefones móveis e, até mesmo, que não usam celulares. Sei que, cada vez mais, são exceções, que são consideradas meio que “extraterrestres”, mas existem, e eu sou uma delas.Continuar lendo “Comunicação com “extraterrestres””

Receita do perdão

Texto intergênero (crônica e receita culinária) publicado na revista eletrônica Expressão Digital, em setembro de 2016. DAMASCENO, Elenilto Saldanha. Receita do perdão. Expressão Digital, Novo Hamburgo, v. 7, n. 14, set. 2016. Disponível em: Expressão Digital – Fundação Liberato – expressaodigital@liberato.com.br | Receita do perdão

Viagens em trens e em livros

Numa tarde de uma ensolarada sexta-feira, embarquei no trem metropolitano, rumo a Porto Alegre. Da Estação Unisinos ao Campus da UFRGS, enfrentaria um trajeto de aproximadamente uma hora e meia, de metrô e de ônibus. Acompanhava-me um bom livro, para preencher esse período de tempo com uma atividade prazerosa. Acomodei-me e, imediatamente, reiniciei a leituraContinuar lendo “Viagens em trens e em livros”