Uma minicrônica tragicômica

09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59 Por muito pouco, Porto Alegre não teve um contemplado entre os ganhadores da Mega Sena da Virada. Fulano de Tal, taxista, acertou a quina e recebeu o prêmio de R$ 11.931,42. Houvesse acertado também o número que faltou, seria um dos novos milionários doContinuar lendo “Uma minicrônica tragicômica”

Previsão para 2026

Nos finais de ano, despontam projeções para o ano seguinte. Na mídia, é comum a divulgação de previsões astrológicas para os doze signos do Zodíaco. Não acredito em Astrologia nem em horóscopos, mas não nego que a descrição das características particulares relacionadas a Capricórnio faz com que eu, nascido em 23 de dezembro, me reconheçaContinuar lendo “Previsão para 2026”

A primeira passagem como escritor em São Paulo

Já fiz uma série de boas viagens turísticas a outros estados, países, continentes. Também já fiz viagens profissionais como professor e pesquisador (Phoenix, nos Estados Unidos) e como revisor editorial (Salvador, na Bahia). A turismo ou a trabalho, em nenhuma delas havia pensado em escrever crônicas de viagem. Porém, desta vez, como era uma viagemContinuar lendo “A primeira passagem como escritor em São Paulo”

Uma casa-senhora D

Ela nasceu antes. Teve seu espaço, tem sua história. Hoje, sobrevive, aprisionada, quase esmagada pelas gerações que a sucederam. A obscena tortura de uma casa-senhora D, em derrelição, desamparada e abandonada em sua condição de opressão e humilhação, é acompanhada apenas pelos olhos cansados de um antigo chalé-vizinho que um dia a amou. * ImagemContinuar lendo “Uma casa-senhora D”

Acreditei que era um elogio

Março de 1980. O guri de doze anos, que estudara até a quinta série no Rui Barbosa, no Bairro Vicentina, agora era aluno no Visconde. A turma 63 ocupava a única sala de aula do pavimento térreo do tradicional prédio localizado em plena Rua Grande e era formada pelos novos estudantes, egressos de escolas deContinuar lendo “Acreditei que era um elogio”

EmanciPAI-vos

Nunca a alheia vontade, inda que grata,Cumpras por própria. Manda no que fazes,Nem de ti mesmo servo.Ninguém te dá quem és. Nada te mude.Teu íntimo destino involuntárioCumpre alto. Sê teu filho. (Odes de Ricardo Reis, Fernando Pessoa) “Sê teu filho”, escreveu o grande poeta há quase noventa anos. Com apenas três simples palavras que compõemContinuar lendo “EmanciPAI-vos”